A narrativa fotográfica “Ismos do eu”, representa um conceito de identidade ambíguo latente na sociedade da atualidade. Um individualismo contemporâneo em que cada um pode interpretar os seus medos, conflitos interiores em prol dos seus propósitos ou crenças de uma forma singular. A água transmite a mudança de todo um percurso pessoal, sendo a forma mais pura aqui apresentada. Por outro lado a purpurina transmite o cansaço e a desordem das atitudes do ser humano. A dualidade de significados, transmite-nos a nós espectadores um encanto…Continue a ler “Ismos do eu”